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Terminal rodoviário do Rio de Janeiro reutilizará 700 toneladas de aço de estruturas das Olimpíadas

por Taina Bueno

Fonte: Revista Grandes Construções.

Uma das principais vantagens da construção industrializada em aço diz respeito a sustentabilidade gerada pelas obras.

No Rio de Janeiro, as estruturas metálicas usadas durante as Olimpíadas de 2016 serão reutilizadas em um novo terminal rodoviário no centro da cidade.

Apesar de ainda se encontrar em fase de detalhamentos, o projeto da Prefeitura do Rio já iniciou a desmontagem da galeria técnica do Centro Internacional de Transmissão (IBC), no Parque Olímpico.

Além de sustentável, o reaproveitamento de aproximadamente 700 toneladas de aço no Terminal Intermodal Gentileza (TIG), na região do Gasômetro, em São Cristóvão, bem próximo à Rodoviária Novo Rio, trará uma economia de R$ 22 milhões para os cofres públicos da cidade, além de viabilizar o uso de estruturas leves para vencer os grandes vãos previstos em projeto e vantagens em relação ao prazo de execução.

Luiz Eduardo da Silva, diretor de operações da Companhia Carioca de Parcerias (CCPAR) explicou à Revista Grandes Construções que esta ação cumpre uma das determinações do legado olímpico, na qual é preconizada a reutilização das estruturas criadas nos jogos para benfeitorias na cidade sede.

Projeto do Terminal Intermodal Gentileza (TIG). Imagem de: Rev. Grandesc Construções.

“A desmontagem irá levar cerca de 120 dias para ser concluída e o novo terminal pretende integrar o BRT Transbrasil, com 22 linhas de ônibus municipais, além das linhas 1 e 2 do VLT.”

O projeto de reutilização do sistema em aço também deve seguir requisitos rígidos, como a inspeção do material para garantir a qualidade e o desempenho, além da limpeza e tratamento das peças com primer e depois a aplicação da pintura epóxica.

Dessa forma, as peças metálicas serão transportadas para o canteiro de fábrica, que fará os ajustes de projeto para posterior montagem no local da obra.

Para o Centro Brasileiro de Construção em Aço (CBCA), a utilização de um sistema construtivo forte, durável, versátil e reciclável, além de leve, flexível e adaptável possibilita uma economia circular por meio do seu reaproveitamento, já que leva a preservação essencial de recursos naturais, gerando menos impactos ao meio ambiente.

Projeto do Terminal Intermodal Gentileza (TIG). Imagem de: Beth Santos/Prefeitura do Rio.

Fonte: Revista Grandes Construções.

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